A economia brasileira é extremamente sensível aos ventos externos. Os últimos anos foram uma verdadeira aula de ajustes monetários. Acompanhe a avaliação técnica sobre o período 2022-2025 e as projeções estratégicas.
Selic Final
13,75%
Selic Final
11,75%
Selic Final
Pausa/Alta
Selic Final
15,00%
O Brasil adotou uma postura de antecipação que, embora dolorosa para o consumidor e para o crédito, evitou desastres maiores.
Em Março de 2026, o Brasil calibra seus juros olhando para conflitos globais e pressões inflacionárias externas.
R$ 5,40 / 2026
Tensões no Oriente Médio (Irã) elevam preços de energia, gerando risco direto via custos de transporte e combustíveis.
Juros desafiadores nas economias desenvolvidas exigem que o Brasil sustente um prêmio de risco elevado.
Com a inflação acumulada em 12 meses recuando para a casa de 3,81% (dados de fevereiro de 2026), o Banco Central já tem espaço para iniciar um novo ciclo de redução de juros. No entanto, devido à geopolítica e aos choques no petróleo, esse afrouxamento será cauteloso.
Baseado no Relatório Focus e diretrizes de mercado
| Ano | IPCA Est. | Selic Est. | Cenário Esperado |
|---|---|---|---|
| 2026 | 4,10% | 12,25% | Início de cortes graduais a partir de março. |
| 2027 | 3,80% | 10,50% | Convergência gradual e redução do caráter restritivo. |
| 2028 | 3,50% | 10,00% | Estabilização próxima ao centro da meta. |
* Historicamente, o Brasil exige uma taxa de juros real estruturalmente alta, o que limita quedas para patamares de um dígito baixo no curto prazo.